segunda-feira, 6 de maio de 2013

Super Assistente Social



Assistam ao vídeo e vejam que bacana. 
http://www.youtube.com/watch?v=KlbwhUpRJQs&feature=related

O vídeo da uma boa noção de que ser assistente social, não nos transforma super heróis a ponto de podermos resolver todas os problemas da questão social. Acredito que enfrentaremos várias situações que nos farão rever nossos conceitos. Apesar de termos intrumentos para intervir somos trabalhadores assalariados subordinados a um empregador e inseridos dentro da divisão social do trabalho. O vídeo me mostrou a desenvolver meu papel dentro da liberdade, dos limites, da ética que a profissão exige.
 

POR QUE A CIÊNCIA QUE TRATA DAS DIVERSIDADES HUMANAS - A ANTROPOLOGIA - É IMPORTANTE PARA A FORMAÇÃO DO ESTUDANTE DE SERVIÇO SOCIAL?




Porque para trabalharmos com a questão social devemos ter conhecimento das características da sociedade brasileira, considerando sua diversidade sociocultural com embasamento histórico, analisando as demandas sociais considerando os interesses dos segmentos populacionais e respeitando as singularidades.

Como está a Antropologia brasileira hoje?

A Antropologia, em seus primórdios, foi basicamente interdisciplinar e integradora. Com o acúmulo de novas informações, de caráter diverso, tem havido uma tendência cada vez maior para a especialização em determinada subárea. No caso do Brasil, os Programas de Pós-Graduação em Antropologia estão muito mais voltados à Antropologia Social ou Cultural do que às outras subdisciplinas (Arqueologia, Linguistica, Física/Biológica). 

Em que medida a diversidade cultural contribui ou prejudica as relações sociais?
A diversidade cultural positivamente contribui para o enriquecimento da cultura, a singularidade dos grupos sociais, a dinamização das relações e o fortalecimento da unidade do homem.
Como ponto negativo da diversidade cultural temos as relações baseadas nas dificuldades de aceitação ou de etnocentrismo, de intolerância como preconceito, discriminação seja a nível etnico, de genero, socioeconomico. Essas relações negativas estão pautadas na não aceitação do outro, como ele é e do não conhecimento do mesmo.  Assim como a cultura determina, essas relações ela também é determinada pelo homem, ou seja, a cultura humana condiciona a visão de mundo e comportamento do homem, mas ela pode ser reconfigurada. 

Qual é a visão do "homem branco" a respeito dos povos indígenas? Uma visão relativizada ou etnocêntrica?
R - Baseado nas pesquisas e artigos cientificos lidos, posso dizer que há uma dicotomia sobre as relações dos povos não indígenas e os povos indigenas. O homem "branco" desenvolveu as duas visões tanto a relativizada como a etnocentrica. Estratificando estatisticamente, há uma porcentagem maior nas relações de etnocentrismo. Justifico que o indio pertence a uma minoria, hoje, brasileira. A pouco tempo foi criado o Direito Indigena, legislação que ampara essa minoria em sua identidade socio-cultural, garantia e preservação de suas terras, etc. Citando Rodolfo Farah em Direito e Antropologia [online]: pensar a humanidade formada por seres que compartilham uma mesma e única natureza, como uma coisa só; de outro lado, compreender e definir essa natureza humana em relação à diversidade sócio-cultural produzida como sua marca distintiva e necessária." (FARAH, R. Direito e Antropologia. 2005). No lado relativista, há etnólogos, antropologos, naturalistas, cientistas sociais que defendem essa diverdidade indigena, admitem que a miscigenação brasileira passou pela base indigena e que esses povos são seres humanos merecendo todas as prerrogativas que a legislação estende aos cidadaos brasileiros. Ao final toda discussão retoma ao ponto de partida, a cultura. Por que não aceitar, ou ao menos respeitar os povos, sociedades e grupos diferentes? 

REFERENCIA

FARAH, Rodolfo. Direito e Antropologia. 2005. Disponívem em . Acesso em 02 maio 2013.    

 ASSASSINATO DE CRIANÇAS INDÍGENAS NA AMAZÔNIA do youtube com o link: http://www.youtube.com/watch?v=Y3YUO98f000  é extremamente estarrecedor você perceber que existem tantos comportamentos diversos e cruéisem nosso paíse não me restrinjo somente aos índios. Uma tribo indígena que mata suas próprias crianças, pois acreditam que são deficientes por possuirem espíritos malignos e que a unica solução é enterrando-as vivas. Pode ser por esses comportamentos advindos de sua cultura que são tão excluídos ou violentados em seus direitos. Uma índia indignada (Muadi) com o comportamento adotado em sua tribo preferiu abandonar seu povo a sacrificar sua filha que nasceu com deficiencia mental, tão cruel quanto o infanticídio foi a luta travada por esses índios frente ao Congresso Nacional em Brasília (Lei Muadi) a fim de extender os Direitos Humanos como proteção de suas crianças e alguns parlamentares (deputado do PT - AM) em resistência, afirmar que a Declaração dos Direitos Humanos não vale para indígenas, a Constituição Brasileira não vale para indígenas é um desvario absurdo! Fiquei indignada pois isso acontece com mulheres, crianças, jovens, negros, índios, pobres necessitando  buscar o poder público e as instâncias maiores para socorro ter sua luta reduzida ou anulada!

domingo, 28 de abril de 2013

O Fazer Profissional do Assistente Social


 




         O assistente social, pelo reconhecimento de seu trabalho integrativo, é requisitado para atuar na área de RH para satisfazer ‘necessidades humanas', contribuindo para a formação da sociabilidade do trabalhador de modo a colaborar na formação de um comportamento produtivo compatível com as atuais exigências das empresas. Essas exigências sugerem que o Serviço Social é considerado, pelas empresas, como instrumento promotor da adesão do trabalhador às novas necessidades destas. Para tanto, refuncionalizam suas demandas profissionais sob o ‘manto' da inovação e da modernidade. (CESAR, 1998, p.126).

     ... no momento atual, marcado pela multifuncionalidade e horizontalização, as atividades do Serviço Social aproximam- se, cada vez mais, da função gerencial. Por isso mesmo, o Serviço Social, como os demais segmentos da área de recursos humanos, vêm assumindo o papel de assessoramento dos gerentes, para que estes possam melhor ‘administrar pessoas', propiciando confiabilidade, amizade, aprendizado, crescimento e satisfação de seus ‘colaborados', que são requisitos. (CESAR, 1998, p.128).
     Este dado aponta para uma significativa mudança na prática do Serviço Social nas empresas. Em primeiro ligar, porque o profissional afasta- se de um contato mais direto com o trabalhador; em segundo lugar, porque também o seu saber passa a ser apropriado e manipulado pelas gerências. As novas formas de gerenciamento, neste sentido, inflexionam não apenas o conteúdo, mas o papel do que o Serviço Social historicamente desempenhou, no interior das empresas. (CESAR, 1998, p.129).

 REFERENCIA


CESAR, Mônica de Jesus. Serviço social e reestruturação industrial: requisições, competências e condições de trabalho profissional. In: MOTA, Ana Elizabete (org.). A nova fábrica de consensos . São Paulo: Cortez, 1998. p. 115-148.
 









quarta-feira, 13 de março de 2013

Os cardeais voltam a se reunir na Capela Sistina nesta tarde para nova votação

Primeira votação do 2º dia de conclave tem fumaça preta

Os 115 cardeais eleitores, que se reúnem pelo segundo dia nesta quarta-feira na Capela Sistina, ainda não elegeram o próximo papa. Mais uma vez, a fumaça negra saiu da chaminé instalada no teto da capela - na primeira votação, realizada na terça-feira, o resultado também foi inconclusivo. Após as duas votações que ocorreram nesta manhã, estão previstas mais outras duas para o período da tarde.

Para que o novo pontífice seja escolhido, é preciso que um nome alcance maioria de dois terços, ou 77 votos. Quando o nome do pontífice for finalmente escolhido - o que pode acontecer ainda nesta quarta-feira -, uma fumaça branca sairá da chaminé da capela, anunciando a novidade para os devotos. Muitos deles se reúnem na Praça São Pedro e aguardam ansiosamente pela nomeação.


Contexto - Um conclave realizado com o antigo papa ainda vivo é uma novidade para os cardeais no Vaticano, mas este ano, o conclave que escolherá o sucessor do agora papa emérito Bento XVI tem outra situação incomum. As reuniões preparatórias giraram em torno de temas incômodos para o Vaticano, como as irregularidades no Banco do Vaticano e a descoberta de chantagem envolvendo altos integrantes da Cúria que participavam de orgias homossexuais. Houve discussões sobre a divulgação do conteúdo de um relatório com informações sobre os problemas internos da Cúria aos cardeais – a expectativa é que apenas o futuro papa tenha acesso ao documento.

Os cardeais americanos foram os mais insistentes, mas depararam com a resistência dos cardeais da Cúria, liderados pelo ex-secretário de Estado Tarcísio Bertone. Apesar da tentativa do camerlengo de esconder os desmandos no Vaticano, muitas informações foram publicadas por jornais italianos. Para alguns cardeais, ter acesso ao conteúdo completo da apuração encomendada por Bento XVI a três cardeais de sua confiança poderia influenciar seu voto, já que uma das características apontadas como essenciais para o próximo pontífice é a habilidade de gerir problemas e conhecimento sobre a Cúria Romana para poder reformá-la.